Monday, May 31, 2010
EDP, PT E GALP DISTRIBUIRAM AOS ACCIONISTAS 8.243 MILHÕES € DE LUCROS QUE DEVIAM PAGAR UM IMPOSTO EXTRAORDINÁRIO E DEPOIS OBTIVERAM 25.589 MILHÕES € DE CREDITO, MAIS QUE O CONCEDIDO À AGRICULTURA, À PESCA E À INDÚSTRIA
Recebido por email:
"Os banqueiros e os defensores do pensamento económico neoliberal dominante dizem que o crédito está a ser cada vez mais difícil de obter e a banca aproveitou isso para fazer disparar o valor do spread aumentando os seus lucros. No entanto o credito existente continua a ser mal utilizado, e o crédito disponível é, em grande parte, canalizado para as grandes empresas que, no lugar de investirem os lucros que obtêm, distribuem a maior parte, descapitalizando as empresas, e depois pedem emprestado, reduzindo significativamente o crédito disponível para PME´s, etc.
"Os banqueiros e os defensores do pensamento económico neoliberal dominante dizem que o crédito está a ser cada vez mais difícil de obter e a banca aproveitou isso para fazer disparar o valor do spread aumentando os seus lucros. No entanto o credito existente continua a ser mal utilizado, e o crédito disponível é, em grande parte, canalizado para as grandes empresas que, no lugar de investirem os lucros que obtêm, distribuem a maior parte, descapitalizando as empresas, e depois pedem emprestado, reduzindo significativamente o crédito disponível para PME´s, etc.
Num estudo anterior, utilizando dados do Banco de Portugal, mostramos a profunda distorção que existe na concessão do crédito em Portugal já que, entre 2000 e 2010, o credito concedido à agricultura, à pesca e indústria transformadora diminuiu de 11,3% para apenas 7,3% do credito total, enquanto o crédito concedido às empresas de construção, às actividades imobiliárias e à habitação, que tornou possível os preços inflacionados e a especulação que se verificou no sector imobiliário, aumentou de 62,3% para 71,7% do crédito total concedido pela banca. É evidente, a continuar este politica de crédito baseada na procura do lucro elevado e sem risco, em que a maior parcela dos recursos financeiros disponíveis do País não são aplicados em actividades produtivas, que são a base quer da satisfação das necessidades internas quer de uma actividade exportadora séria, o País não sairá certamente da situação de estagnação, de atraso e de crise em que se encontra mergulhado. A má utilização dos escassos recursos financeiros que o País dispõe parece não incomodar nem o governo, nem o Banco de Portugal, nem o pensamento económico neoliberal dominante, nem mesmo os partidos políticos pois ninguém fala disso.
No período 2004-2009, a EDP, a PT e a GALP obtiveram 12.546 milhões € de lucros líquidos, tendo os seus lucros aumentado em 84,4% entre 2004 e 2009. Em 2009, os seus lucros subiram 14% relativamente aos de 2008, o que mostra bem que a crise não está afectá-las muito. No entanto, no lugar de investir os lucros, estas empresas no período 2004-2009 distribuíram 8.243 milhões € (65,7% dos lucros obtidos) aos accionistas, o que descapitalizou as empresas, obrigando-as depois a recorrerem maciçamente ao crédito. No fim de 2009, estas três empresas deviam 25.599 milhões €, que era um valor superior a todo o credito concedido à agricultura, pesca e industria transformadora em Portugal que, no fim de Janeiro de 2010, somava apenas 17.784 milhões €, ou seja, 69,5% do crédito obtido por aquelas três empresas.
Uma medida que devia ser implementada para combater a distribuição exagerada de lucros em período de crise seria aprovar um imposto extraordinário com uma taxa, por ex., de 15% sobre os lucros distribuídos. Esta medida daria certamente uma receita três ou quatro vezes superior à que previsivelmente se obterá com o adicional no IRC de 2,5% (menos de 200 milhões € em 2010), e teria ainda outras vantagens. Tomando como base os lucros obtidos no 1º Trimestre de 2010 por aqueles 8 grupos (5 bancários e 3 empresas não financeiras), e fazendo uma estimativa para todo o ano, obtém-se 4.176 milhões € de lucros líquidos (11,4 milhões €/dia). Se a percentagem de lucros de 2010 distribuídos for idêntica à verificada no passado em relação aos 3 grupos não financeiros – em média 65,7% - a receita obtida só destes 8 grupos com uma taxa extraordinária de 15% seria superior a 400 milhões €, o que torna o adicional de 2,5% de IRC a aplicar às empresas com mais de 2 milhões € de lucros fiscais, e não lucros reais (muitas com lucros inferiores a 2 milhões € não são PME´s, como Sócrates pretendeu fazer crer); repetindo, o adicional no IRC de 2,5% terá um efeito meramente simbólico, porque o impacto nos lucros dos grupos económicos é reduzido. Para além disso aquele imposto extraordinário de 15% teria outras vantagens. Se a receita fiscal obtida fosse inferior à indicada, isso significaria que uma parte maior dos lucros não teriam sido distribuídos, o que teria duas vantagens. Em primeiro lugar, o investimento com base no auto-financiamento teria aumentado e, consequentemente, a criação de emprego e de riqueza. Em segundo lugar, teria ficado disponível mais crédito que podia ser aplicado em investimento em actividades produtivas, tão necessário para criar riqueza e emprego.
O crédito está a faltar ao País, às empresas e às famílias, afirma o governo, os banqueiros e os defensores do pensamento económico neoliberal dominante. No entanto, o crédito existente continua a ser mal utilizado ou então uma parte significativa é absorvido pelas grandes empresas.
Num estudo anterior, utilizando dados do Banco de Portugal, mostramos a profunda distorção que existe na concessão do crédito em Portugal já que, entre 2000 e 2010, o credito concedido à agricultura, à pesca e indústria transformadora diminuiu de 11,3% para apenas 7,3% do credito total, enquanto o crédito concedido às empresas de construção, às actividades imobiliárias e à habitação, que tornou possível os preços inflacionados e a especulação que se verificou no sector imobiliário, aumentou de 62,3% para 71,7% do crédito total concedido pela banca. É evidente, a continuar este politica de crédito (e ela continua, perante a passividade geral), em que a maior parte dos recursos financeiros disponíveis do País não são aplicados nas actividades produtivas por excelência, que são a base quer da satisfação das necessidades internas quer de uma actividade exportadora séria, o País não sairá certamente da situação de estagnação, de atraso e de crise em que se encontra profundamente mergulhado. A má utilização dos escassos recursos financeiros que o País dispõe parece ser uma questão que não incomoda nem o governo, nem o Banco de Portugal (o regulador), nem mesmo os partidos políticos pois ninguém fala disto.
A politica dos grandes grupos económicos, que têm posições dominantes nos diversos segmentos de mercado, acumulando lucros gigantescos através dos elevados preços que impõem à população perante a passividade do governo e dos reguladores, e que depois distribuem a maior parte dos lucros obtidos pelos accionistas, nomeadamente grandes accionistas, contribuiu também para escassez de crédito. E isto porque a distribuição da maior parte dos lucros descapitaliza as empresas, as quais depois recorrem ao crédito, absorvendo uma parte importante do crédito disponível. Os casos da EDP, PT e GALP, que analisaremos neste estudo, são exemplos paradigmáticos do que tem acontecido à escala nacional perante a passividade do governo.
EDP, PT E GALP OBTÉM EM CINCO ANOS 12.646 MILHÕES € DE LUCROS LIQUIDOS
A EDP, a PT e a GALP são três grandes grupos económicos com posições dominantes nos mercados em que actuam. Aproveitado essa posição de domínio impõem preços elevados aos consumidores portugueses, mesmo superiores aos preços médios praticados na União Europeia, perante a passividade ou mesmo conivência do governo e do regulador, o que lhes tem permitido obter elevadíssimos lucros. O quadro seguinte, construído com dados publicados nos relatórios destas empresas, mostra de uma forma clara isso.
QUDRO I – Lucros líquidos da EDP, PT e GALP no período 2004-2009
ANOS | EDP | PT | GALP | TOTAL |
Lucros Líquidos Milhões € | Lucros Líquidos Milhões € | Lucros Líquidos Milhões € | Lucros Líquidos Milhões € | |
2004 | 46 | 623 | 445 | 1.114 |
2005 | 1.112 | 654 | 701 | 2.467 |
2006 | 1.017 | 867 | 755 | 2.639 |
2007 | 1.020 | 742 | 720 | 2.482 |
2008 | 1.091 | 582 | 117 | 1.790 |
2009 | 1.023 | 684 | 347 | 2.054 |
SOMA | 5.309 | 4.152 | 3.085 | 12.546 |
Variação 2004-2009 | +2119,6% | +9,8% | -22,0% | +84,4% |
Var.08-09 | -6,2% | +17,5% | +196,6% | +14,7% |
1ºT2010 | 354 | 100 | 98 | 552 |
FONTE : Relatórios e Contas e Apresentação Resultados -EDP,PT e GALP | ||||
No período 2004-2009, só estas três empresas obtiveram 12.546 milhões de lucros líquidos, tendo os seus lucros aumentado em 84,4%. Entre 2008 e 2009, portanto em plena crise, os lucros somados destas três empresas subiram em 14,7%. Portanto, a crise que está a ter consequências dramáticas para os portugueses parece não estar a afectar os lucros destas empresas. Nos primeiros três meses de 2010, a EDP, PT e GALP obtiveram 552 Milhões € de lucros líquidos, ou seja, mais que os cinco principais bancos que obtiveram 492 milhões €. Somando-se os lucros líquidos destes 8 grupos económicos obtém-se 1.040 milhões €, só no 1º Trimestre de 2010, o que dá 11,6 milhões € de lucros por dia.
Tomando com base o 1º Trimestre de 2010, e fazendo uma previsão para todo o ano, obtém-se 4.176 milhões € de lucros líquidos para estes 8 grupos económicos (5 bancários e 3 não financeiros), o que torna meramente simbólico o adicional de 2,5% de IRC fixado pelo governo a aplicar às empresas com mais de 2 milhões €, o que deve de dar um acréscimo de receita inferior a 200 milhões € este ano.
Aqueles lucros se fossem investidos ainda poderiam criar emprego e riqueza. Mas o que está a suceder é precisamente o contrário. Estas empresas estão a distribuir a maior parte dos lucros aos seus accionistas, nomeadamente grandes accionistas que recebem a “parte de leão”, o que, por um lado, lhes permite especular e, por outro lado, essa distribuição leva à descapitalização das empresas, sendo estas depois obrigadas a endividarem-se fortemente, absorvendo uma parte muito importante do pouco crédito disponível, e deixando muito menos para o resto da economia e das famílias. E isto também porque são precisamente estas empresas que têm acesso mais fácil ao crédito, e são também a estas empresas que a banca está mais interessada em conceder crédito pois o risco é mais reduzido.
SÓ ENTRE 2004 E 2009, A EDP, PT E GALP DISTRIBUIRAM AOS ACCIONISTAS 8.243 MILHÕES € DE LUCROS, E DEPOIS PEDIRAM EMPRESTADO 25.590 MILHÕES € DEIXANDO MENOS CRÉDITO
Uma parte importante dos elevados lucros obtidos por estas três empresas foram distribuídos aos accionistas, o que levou à sua descapitalização e, consequentemente, à necessidade de se endividarem fortemente, absorvendo assim uma parte importante do crédito disponível. O quadro seguinte, construído com dados dos relatórios dessas empresas, mostra claramente isso.
QUADRO II – Lucros distribuídos pela EDP, PT e GALP, e o aumento do endividamento 2004-09
ANOS | EDP | PT | GALP | TOTAL | ||||
Lucros distribuídos (Dividendos) Milhões € | Divida Total Milhões € | Lucros distribuídos (Dividendos) Milhões € | Divida Total Milhões € | Lucros distribuídos (Dividendos) Milhões € | Divida Total Milhões € | Lucros distribuídos (Dividendos) Milhões € | Divida Total Milhões € | |
2004 | 35,5 | 8.534,7 | 408,1 | 5.522,0 | 213,6 | 1.731,0 | 872,1 | 15.787,7 |
2005 | 378,0 | 9.463,2 | 536,3 | 7.584,2 | 336,5 | 1.349,0 | 1.368,5 | 18.396,4 |
2006 | 427,2 | 10.147,9 | 536,7 | 5.840,3 | 422,8 | 1.099,0 | 1.717,0 | 17.087,2 |
2007 | 510,0 | 12.671,1 | 589,9 | 6.216,8 | 432,2 | 841,0 | 1.684,1 | 19.728,9 |
2008 | 512,8 | 14.803,7 | 515,7 | 6.695,9 | 65,5 | 1.991,0 | 1.160,3 | 23.490,6 |
2009 | 562,7 | 16.372,9 | 503,4 | 7.046,0 | 194,3 | 2.171,0 | 1.441,0 | 25.589,9 |
SOMA | 2.426,1 | 3.090,0 | 1.664,9 | 8.243,0 | ||||
Var.09-05 | 91,8% | 27,6% | 25,4% | 62,1% | ||||
FONTE : Relatórios e Contas e Apresentação Resultados -EDP, PT e GALP | ||||||||
No período 2004-2009, os lucros distribuídos aos accionistas pela EDP, PT e GALP somaram 8.243 milhões € (65,7% dos lucros totais) , e a sua divida total aumentou de 15.787,7 milhões € para 25.899,9 milhões €, ou seja, cresceu em 62,1%. Assim, no fim de 2009, 25.598,9 milhões € do credito concentrava-se apenas nestas três empresas, que era mais do que tinha a agricultura, pesca e industria transformadora em Janeiro de 2010 que, segundo o Banco de Portugal, atingia apenas 17.784 milhões de euros, ou seja, apenas 69,47% do obtido pela EDP, PT e GALP. A distribuição de lucros beneficia fundamentalmente grandes grupos económicos portugueses e estrangeiros. Para concluir isso, basta ter presente que mais de 66% dos lucros distribuídos pela GALP vão para a Amorim Energia, controlada pela família Amorim e pela Sonangol, e para a ENI , uma grande petrolífera italiana, já que cada um detém 33,1% do capital da GALP; na EDP, 31,8% do capital era detido pelo grupo espanhol Iberdrola, pela Caja de Ahorros de Astúrias, por José de Mellho, pelo grupo BCP, pelo BES, pela Pictet Asset Management, pela Sonatrach e pelo International Petroleum Investment Company; e, finalmente, na PT, 26% do capital é controlado por grupos económicos portugueses e 28% por grupos económicos estrangeiros.
UMA TAXA EXTRAORDINÁRIA DE 15% SOBRE LUCROS DISTRIBUIDOS DARIA UMA RECEITA SUPERIOR AO ADICIONAL DE 2,5% DE IRC E OBRIGARIA AS GRANDES EMPRESAS A INVESTIR MAIS E A RECORRER MENOS AO CRÉDITO FICANDO MAIS CRÉDITO DISPONIVEL
De acordo com estimativas realizadas, o adicional de IRC de 2,5% dará uma receita fiscal adicional que deverá ser este ano inferior a 200 milhões €. Em alternativa uma taxa extraordinária de 15% sobre os lucros distribuídos daria uma receita fiscal adicional que seria certamente três ou quatro vezes superior. Para concluir basta ter presente que a aplicação daquela taxa extraordinária só aos oito grupos referidos (5 bancários e 3 não financeiros) daria uma receita fiscal adicional superior a 400 milhões de euros, portanto já o dobro da que se prevê obter com o adicional de IRC de 2,5% às empresas com lucros fiscais, não reais (os fiscais chegam a ser menos de metade dos reais) superiores a 2 milhões de euros (este valor beneficia também grande empresas, pois as PME têm lucros muito inferiores a 2 milhões €, contrariamente ao que afirmou Sócrates). Esta medida ainda teria duas vantagens adicionais. Em primeiro lugar, a de estimular o investimento com base no auto-financiamento e, consequentemente, a criação de emprego e de riqueza. E, em segundo lugar, deixaria disponível mais crédito que podia ser aplicado em investimentos em actividades produtivas, que o País tanto necessita."
Sunday, May 30, 2010
Escândalo na UE
Recebido por email:
"Para onde vai esta Europa dos vinte milhões de desempregados conduzida por estes políticos que a sugam até à medula? Onde está a solidariedade entre os povos europeus que aqui se fixaram, do Atlântico até aos Urais, do Mediterrâneo ao Mar do Norte? O que vai ser dos nossos filhos se não fôr ouvida a voz do bom senso, por alguns já anunciada, que leve os homens a aceitarem uma revolução interior, que se deseja pacífica, para reforçar princípios de justiça que se concretizem na repartição equitativa das riquezas que, ao fim e ao cabo, são, sempre, fruto dos que trabalham ?
Dei o mote para que continues a reflexão...
Pelos vistos não é só em Portugal...
Escândalo na UE! ! !
(foi traduzido de um original em francês, recebido por e-mail)
Leia o que segue, pense bem e converse com os amigos.
Envie isto para os europeus que conheça!
Simplesmente, escandaloso,
Foi aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da EU!!!. Este ano, 340 agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por mês.
Sim, você leu correctamente!
Para facilitar a integração de novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental ...), os funcionários dos países membros antigos (Bélgica, França, Alemanha ..) receberão da Europa uma prenda de ouro para se aposentar.
Porquê e quem paga isto?
Você e eu estamos a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto que aqueles que votam as leis se atribuem presentes de ouro.
A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do Olimpo!"
Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar esta mensagem para todos os europeus.
É uma verdadeira Mafia a destes Altos Funcionários da União Europeia ....
Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de nababos ...
Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do "Rolls" dos regimes especiais, não recebem um terço daquilo que eles embolsam.
Vejamos! Giovanni Buttarelli, que ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses de serviço (em Novembro 2010), uma reforma de 1 515 € / mês. O equivalente daquilo que recebe em média, um assalariado francês do sector privado após uma carreira completa (40 anos)..
O seu colega, Peter Hustinx, acaba de ver o seu contrato de cinco anos renovado. Após 10 anos, ele terá direito a cerca de € 9 000 de pensão por mês.
É simples, ninguém lhes pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo. É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque em branco.
Além disso, muitos outros tecnocratas gozam desse privilégio:
1. Roger Grass, Secretário do Tribunal Europeu de Justiça, receberá € 12 500 por mês de pensão.
2. Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, € 12 900 por mês.
3. Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, advogado-geral, 14 000 € / mês.
Consulte a lista em:
http://www.kdo-mailing.com/redirect.asp?numlien=1276&numnews=1356&numabonne=62286
Para eles, é o jackpot. No cargo desde meados dos anos 1990, têm a certeza de validar uma carreira completa e, portanto, de obter o máximo: 70% do último salário. É difícil de acreditar ... Não só as suas pensões atingem os limites, mas basta-lhes apenas 15 anos e meio para validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim, é preciso matar-se com trabalho durante 40 anos, e em breve 41 anos.
Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de pensões, os tecnocratas de Bruxelas recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos (em 2020), etc. Mas para eles, não há problema, a taxa plena é 15,5 anos... De quem estamos falando?
Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para os membros da Comissão Europeia e, ao longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários. Agora eles já são um exército inteiro a beneficiar delas:: juízes, magistrados, secretários, supervisores, mediadores, etc.
Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem sequer descontam para a sua grande reforma. Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte ...
Nós, contribuímos toda a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, etc.
Sem a mínima piedade. Eles, isentaram-se totalmente disso. Parece que se está a delirar!
Esteja ciente, que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto « verificarem se as despesas da UE são legais, feitas pelo menor custo e para o fim a que são destinadas », beneficiam do sistema e não pagam as quotas.
E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de Bruxelas» e continuam a dar lições de ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?
Numa altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise económica e da brutalidade do choque demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 € / mês após somente 15 anos de carreira, mesmo sem pagarem quotizações... É uma pura provocação!
O meu objectivo é alertar todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia. Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão.
Não há dúvida de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas pensões. Nós temos que levá-los a colocar os pés na terra.
«Sauvegarde Retraites» realizou um estudo rigoroso e muito documentado que prova por "A + B" a dimensão do escândalo. Já foi aproveitado pelos mídia.
http://www.lepoint.fr/actualites-economie/2009-05-19/revelations-les-retraites-en-or-des-hauts-fonctionnaires-europeens/916/0/344867"
"Para onde vai esta Europa dos vinte milhões de desempregados conduzida por estes políticos que a sugam até à medula? Onde está a solidariedade entre os povos europeus que aqui se fixaram, do Atlântico até aos Urais, do Mediterrâneo ao Mar do Norte? O que vai ser dos nossos filhos se não fôr ouvida a voz do bom senso, por alguns já anunciada, que leve os homens a aceitarem uma revolução interior, que se deseja pacífica, para reforçar princípios de justiça que se concretizem na repartição equitativa das riquezas que, ao fim e ao cabo, são, sempre, fruto dos que trabalham ?
Dei o mote para que continues a reflexão...
Pelos vistos não é só em Portugal...
Escândalo na UE! ! !
(foi traduzido de um original em francês, recebido por e-mail)
Leia o que segue, pense bem e converse com os amigos.
Envie isto para os europeus que conheça!
Simplesmente, escandaloso,
Foi aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da EU!!!. Este ano, 340 agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por mês.
Sim, você leu correctamente!
Para facilitar a integração de novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental ...), os funcionários dos países membros antigos (Bélgica, França, Alemanha ..) receberão da Europa uma prenda de ouro para se aposentar.
Porquê e quem paga isto?
Você e eu estamos a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto que aqueles que votam as leis se atribuem presentes de ouro.
A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do Olimpo!"
Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar esta mensagem para todos os europeus.
É uma verdadeira Mafia a destes Altos Funcionários da União Europeia ....
Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de nababos ...
Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do "Rolls" dos regimes especiais, não recebem um terço daquilo que eles embolsam.
Vejamos! Giovanni Buttarelli, que ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses de serviço (em Novembro 2010), uma reforma de 1 515 € / mês. O equivalente daquilo que recebe em média, um assalariado francês do sector privado após uma carreira completa (40 anos)..
O seu colega, Peter Hustinx, acaba de ver o seu contrato de cinco anos renovado. Após 10 anos, ele terá direito a cerca de € 9 000 de pensão por mês.
É simples, ninguém lhes pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo. É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque em branco.
Além disso, muitos outros tecnocratas gozam desse privilégio:
1. Roger Grass, Secretário do Tribunal Europeu de Justiça, receberá € 12 500 por mês de pensão.
2. Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, € 12 900 por mês.
3. Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, advogado-geral, 14 000 € / mês.
Consulte a lista em:
http://www.kdo-mailing.com/redirect.asp?numlien=1276&numnews=1356&numabonne=62286
Para eles, é o jackpot. No cargo desde meados dos anos 1990, têm a certeza de validar uma carreira completa e, portanto, de obter o máximo: 70% do último salário. É difícil de acreditar ... Não só as suas pensões atingem os limites, mas basta-lhes apenas 15 anos e meio para validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim, é preciso matar-se com trabalho durante 40 anos, e em breve 41 anos.
Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de pensões, os tecnocratas de Bruxelas recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos (em 2020), etc. Mas para eles, não há problema, a taxa plena é 15,5 anos... De quem estamos falando?
Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para os membros da Comissão Europeia e, ao longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários. Agora eles já são um exército inteiro a beneficiar delas:: juízes, magistrados, secretários, supervisores, mediadores, etc.
Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem sequer descontam para a sua grande reforma. Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte ...
Nós, contribuímos toda a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, etc.
Sem a mínima piedade. Eles, isentaram-se totalmente disso. Parece que se está a delirar!
Esteja ciente, que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto « verificarem se as despesas da UE são legais, feitas pelo menor custo e para o fim a que são destinadas », beneficiam do sistema e não pagam as quotas.
E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de Bruxelas» e continuam a dar lições de ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?
Numa altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise económica e da brutalidade do choque demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 € / mês após somente 15 anos de carreira, mesmo sem pagarem quotizações... É uma pura provocação!
O meu objectivo é alertar todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia. Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão.
Não há dúvida de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas pensões. Nós temos que levá-los a colocar os pés na terra.
«Sauvegarde Retraites» realizou um estudo rigoroso e muito documentado que prova por "A + B" a dimensão do escândalo. Já foi aproveitado pelos mídia.
http://www.lepoint.fr/actualites-economie/2009-05-19/revelations-les-retraites-en-or-des-hauts-fonctionnaires-europeens/916/0/344867"
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"Dear Luis,
Thank you from OnLive! This message serves as a receipt; please keep for future reference. Here is a description of your order:
By completing registration to become an OnLive Founding Member, your Player Tag has been reserved and you've secured your spot in our exclusive launch community.
At launch, we'll be ramping up the number of active accounts starting with Founding Members. You'll receive an email when your account is activated, along with a coupon code for one FREE game. Remember, you'll need to log into the OnLive Game Service by July 4, 2010 and redeem the coupon within 30 days. Terms and conditions apply.
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Yeah! :o))
Agora vamos e a ver se o servico funciona como o esperado...
Esta-me a querer parecer que nao sera como eu pensava! Tudo da a entender que, em circunstancias normais, se pague uma mensalidade e ainda se tenha de comprar o jogo que queremos jogar! :o\
A Casa Real Espanhola custa quase 1/3 dos gastos da Presidência da República Portuguesa!!!

O Diário de Noticias publica hoje os valores do custo da Casa Real Espanhola, da Casa Real Britânica, da Casa Real Sueca e da Presidência da República Portuguesa.
Veja-se aqui:http://dn.sapo.pt/inic/glob/interior.aspx?content_id=1581751&seccao=Europa
Por incrivel que pareça o Orçamento da Presidência da República Portuguesa é de 20,7 milhões de euros.
O orçamento da Casa Real espanhola é de 8,9 milhões.
Os desgraçados portugueses gastam mais de 20 milhões com o funcionamento da Presidência da República .
Para Cavaco Silva fazer o quê?
Se compararmos o orçamento da casa Real do Reino Unido - de pouco mais de 48 milhões de euros e notarmos que a Rainha de Inglaterra é Chefe de Estado do Canadá e da Austrália, vemos a extensão do abuso, da enorme falta de senso e dos limites em Portugal.
Cavaco Silva contribui para a miséria dos portugueses com mais de 20 milhões de euros de gastos.
Se somarmos a isto o facto de o Governador do banco de Portugal ganhar mais que o homólogo dos EUA vemos bem a falta de tato e de responsabilidade dos políticos portugueses.
Paga Zó Povinho!
O Rei de Espanha agiu agora para baixar o seu orçamento.
Cavaco Silva nem uma palavra.
Seria bom que esclarecesse os portugueses , publicamente, da necessidade de a Presidência da República Portuguesa gastar tanto.
Nomeadamente esclarecer para que necessita de tanto dinheiro; Onde o aplica; Porque não baixa o orçamento.
O Orçamento da Presidência da República Portuguesa não deveria ser superior a 3 milhões de euros e mesmo assim seria comparativamente muito superior ao espanhol.
Cavaco Silva e os seus serviço devem apertar o cinto, e dar o exemplo.
de José Maria Martins
Saturday, May 29, 2010
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